Archive for the 'Notícias' Category

Nova-iorquino detido por piratear X-men origens

O FBI deteve um nova-iorquino acusado de ter colocado na internet uma cópia ilegal de X-men Origens: Wolverine, antes que o filme fosse disponibilizado nos cinemas a nível mundial.

Esta infelicidade fez com que os estúdios tivessem que modificar a história, arriscando-se e perder milhares de dólares.

O individou incorre agora numa pena máxima de três anos e uma multa de 250 mil dólares.

Fonte: Diário Digital

Não há mais torrents ilegais no Mininova

O Mininova, um dos portais mais conhecidos no mundo dos downloads, decidiu disponibilizar o serviço apenas com conteúdos legais. Esta decisão deveu-se ao facto de um tribunal holandês ter emitido uma ordem judicial no sentido de proibir a partilha de cópias ilegais de música, software e vídeos.

Fonte: Exame Informática, Janeiro 2010

China fecha 530 sites de partilha de ficheiros

Nos últimos dias as autoridades chinesas encerraram sites de partilha de ficheiros, que utilizavam o protocolo Torrent. Entre os sites está o famoso BTChina.net que disponibilizava filmes e séries de televisão.

Estas investigações a sites ilegais de partilha de ficheiros, segundo as autoridades, são para continuar.

A China é hoje um dos países que mais meios disponibiliza para controlar os conteúdos na internet, embora seja também o que tem o maior número de internautas, mais de 300 milhões.

Fonte:
Terra, 14 de Dezembro 2009

UE aprovou cortes de internet a piratas

O Parlamento Europeu aprovou o Pacote das Telecomunicações, um conjunto de novas regras para o sector. Vem regulamentar o corte da Internet como medida contra a pirataria online.

As novas regras têm estado em discussão há muitos meses, mas só no início do mês de Novembro o Conselho Europeu chegou a um acordo para o texto que visa regular a forma como os estados-membros podem cortar o acesso à internet.

O texto agora aprovado não obrigada concretamente a que se recorra a tribunais para aplicar esta medida.

Até Abril de 2011 terá que ser feita a transposição para o direito nacional.

Público, 24 Novembro 2009

Clubes de vídeo ameaçam deixar de pagar impostos

A associação de Clubes de Vídeo em Portugal afirma que o Governo nada faz para combater a pirataria na internet, a principal responsável pela falência de muitos negócios no sector, pelo que ameaça deixar de pagar os impostos.

A ameaça é um sinal de descontentamento pelo que dizem ser a falta de acção do Estado para combater a pirataria. A associação diz nunca terem sido recebidos pelo Executivo, depois de terem pedido, há três anos, uma audiência ao Ministério da Cultura.

Diario Digital

Suspeito de pedofilia passa a representar o Partido Pirata Alemão no Parlamento

Jörg Tauss, deputado do Partido Pirata Alemão...e suspeito de ser pedófilo

Jörg Tauss, deputado do Partido Pirata Alemão...e suspeito de ser pedófilo

Hoje a notícia que circula na comunidade defensora da pirataria e de leis que facilitem a pilhagem de obras culturais e de entretenimento é que o Partido Pirata Alemão tem, a partir de hoje, um deputado! O gáudio é grande, a excitação indisfarçável. Perguntará o interessado leitor se houve este fim de semana eleições na Alemanha. Não, não houve.

O que aconteceu é que na Alemanha será brevemente promulgada uma lei que irá obrigar os ISPs a vedarem o acesso a determinados sites. O facto pelo qual nunca tínhamos abordado essa notícia é que na verdade essa lei nada tem de directamente relacionada com infracções à propriedade intelectual, ela visa outro tipo de delitos, especialmente a pedofilia.

Indignado com essa lei, que frisamos não tem nada que ver com copyright mas sim essencialmente com pedofilia, ficou o deputado Jorg Tauss. O deputado do Partido Social Democrata Alemão indignou-se de tal modo com essa lei que decidiu abandonar o partido e alistar-se no Partido Pirata Alemão, o partido que se manifestou contra qualquer tipo de restrições à internet (mesmo que estejamos a falar de violações de crianças).

Quem é este deputado que de forma tão veemente se manifestou contra o bloqueio de sites de carácter pedófilo? É o homem que, no dia 6 de Março deste ano foi alvo de buscas domiciliárias por parte da polícia por suspeita de práticas pedófilas, depois de terem sido detectadas trocas de SMS’s e MMS’s entre o deputado e um homem condenado por detenção de fotografias pedófilas, onde o deputado pedia ao condenado que este lhe enviasse mais fotos “sexys”. Em resultado dessas buscas foram encontradas inúmeras fotografias pedófilas no computador do agora novo deputado do Partido Pirata Alemão, foi-lhe levantada a imunidade parlamentar e o processo corre nos Tribunais.

Bom, mas certamente que o mais importante de tudo isto é que o Partido Pirata Alemão tem agora um deputado na Assembleia… e que deputado!

fontes:
http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/tecnologia/19,0,2554027,Deputado-alemao-envolvido-em-escandalo-com-pornografia-defende-downloads.html

Primeira condenação por download ilegal nos Estados Unidos é violentíssima

Jammie ThomasViolento, muito violento, foi o veredicto do processo que opôs a RIAA à jovem norte americana Jammie Thomas de 32 anos. Em 2004, a senhora natural do Minessotta foi condenada a pagar 220.000 dólares por ter partilhado ilegalmente 24 músicas através da rede P2P “Kazaa”, rede muito popular (apesar de no passado já ter sido mais) em Portugal. Entretanto foi pedido que o julgamento fosse revisto por terem existido eventuais erros e eis que surge agora a nova decisão: 1,38 Milhões de euros de multa! Esta é a primeira condenação nos Estados Unidos por download ilegal e, sem dúvida, Jammie Thomas terá servido de exemplo. Um sério aviso a todos os piratas americanos que têm, a partir de hoje, razões para deixarem de usurpar através da internet porque, definitivamente, o risco não compensa. Jammie Thomas que o diga.

Quando aqui comentámos a decisão do Tribunal Constitucional francês falámos justamente nisto. A lei actual (numa forma geral) que coloca o delito do download ilegal na esfera penal é muito mais penalizadora que a solução da resposta gradual, e esta decisão é a prova disso mesmo. Todos nos recordamos que um dos argumentos daqueles que defenderam que a “resposta gradual” nunca deveria ser adoptada era por ser uma sanção desproporcional. Pois bem, será que esta pena é mais adequada e proporcional? Vão perguntar a Jammie Thomas se preferia ficar sem internet durante 3 meses ou pagar 1,38 milhões de euros.

A indústria quis (e em muitos países ainda quer), por livre iniciativa, abdicar deste sistema altamente penalizador optando por uma solução mais pedagógica, sem multas nem prisões mas que põe eficazmente travão à pilhagem de obras culturais. Aparentemente os piratas não estão dispostos a abdicar de absolutamente nada, e pretendem simplesmente continuar a consumir todos os produtos culturais sem pagar um tostão. Esta posição poderá levar a mais decisões destas onde, muitas vezes, nem são aqueles que mais incumprem que pagam a factura.

Ainda há dois dias Luc Besson disse que “as pessoas não percebem que aquilo que o Tribunal Constitucional propõe é pior. Agora virá um juiz, irá multar, porque um juiz custa dinheiro ao Estado e, obrigatoriamente existirão multas e isto vai custar muito caro aos internautas. A solução antes era melhor para eles”. Sábio Besson, sábio Besson…

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1387560&idCanal=4893

IFPI cumpre ameaça e processa ISP Norueguês

Em Março o IFPI tinha exigido ao maior ISP norueguês, “Telenor”, que bloqueasse o acesso ao site “Pirate Bay”. O ISP recusou de imediato aceder à pretensão dos representantes da música e desafiou-os a seguirem em frente com a ameaça do processo judicial.

Assim fez o ISP e neste momento o processo já deu entrada no Tribunal norueguês. Um representante da indústria cinematográfica norueguesa, Sveinung Golimo, disse sobre o assunto o seguinte: “Queremos resolver este problema. Nós não desejamos censurar a internet mas queremos ter a possibilidade de viver daquilo que criamos.”

http://torrentfreak.com/isp-dragged-to-court-for-refusing-to-block-the-pirate-bay-090617/

Solução britânica foi anunciada hoje… e desiludiu

Já se falava que a solução britânica poderia ser a de reduzir a velocidade da internet aos que, reiteradamente fizessem downloads ilegais. O “Digital Britain”, documento oficial que deu a conhecer a solução, foi hoje apresentado e efectivamente traz consigo essa prerrogativa… mas para ser usada só daqui a 12 meses e se os resultados das medidas imediatas não conseguirem reduzir a pirataria em 70%.

Essas medidas imediatas passam pelo envio de cartas de aviso aos infractores, algo que já tinha sido feito no passado com resultados decepcionantes, e posteriormente no caso de reincidência, serão recolhidos dados de tráfego e a identificação do infractor que ficará à disposição dos detentores de direitos… mediante ordem judicial.

Se estas medidas não reduzirem em pelo menos 70% a pirataria, então daqui a 12 meses serão tomadas medidas tecnológicas para que os piratas comecem a navegar na internet a uma velocidade de 56k, e verão igualmente os sites que usaram para descarregar os ficheiros de forma ilegal, bloqueados.

A indústria britânica, consciente do drama que está a viver, queria as medidas tecnológicas tomadas imediatamente. Geoff Taylor, director executivo da indústria fonográfica britânica disse que “as provas demonstram que a táctica do governo de «escrever e depois processar» não resulta. Aliás o próprio governo já sabe disse uma vez que já organizou um «Plano B», ou seja as medidas tecnológicas. Esta «hesitação digital» coloca milhares de postos de trabalho em risco”.

Já Lavinia Carey, representante da indústria videográfica diz-se contente pelos ISPs passarem a ter uma responsabilidade maior na luta contra a pirataria, mas diz igualmente que: “estamos desiludidos na parte em que o relatório recomenda que as medidas tecnológicas, como a redução da velocidade da internet, apenas entrem em vigor depois de ficar comprovado que o simples envio de cartas não resulta. Ainda a semana passada tivemos acesso a um estudo que indica que apenas 30% das pessoas irão parar de piratear, muito longe portanto dos 70%.”

Entretanto a também britânica Virgin deixou definitivamente o mercado americano encerrando a “Mega Store de Union Square”, a maior loja de discos de Nova Iorque com dois andares e 5 mil metros quadrados. Esta foi a última de 23 (!!) lojas da Virgin a fecharem nos Estados Unidos. A própria “Tower Records”, que chegou a ter 89 lojas de discos, também já fechou toda a cadeia.

No entanto, parece que ainda há quem ache que isto não é assim tão grave e que ainda há tempo para fazerem-se experiências.

Bom, mas antes fazerem-se experiências do que andar a apanhar coisas do chão, ou prometer-se que se vai começar a trabalhar no assunto e, sucessivamente, adiar-se o inicio desse trabalho.

fontes:http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/mediatechnologyandtelecoms/digital-media/5552504/Digital-Britain-report-too-soft-on-internet-pirates.html

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386887

Novo site anti-pirata quer unir as vítimas da pirataria

 

O lobby pró-pirata, sobretudo na internet, tem uma forte implementação com um número assinalável de sites que defendem o indefensável. Estranhamente os muitos milhares de profissionais da indústria cultural parecem ter dificuldade em unir-se, em criar a sua própria rede de influência.

Por isso mesmo é notícia a criação de um site, o “Unleash the Bats” (http://www.unleashthebats.co.uk/), que pretende reunir todos os trabalhadores da indústria criativa, desde autores, artistas, compositores, produtores e retalhistas, de forma a que juntos possam promover as suas ideias e procurar influenciar quem decide.

Os responsáveis do site incentivam os seus apoiantes a divulgar o mais possível o site e o logotipo do mesmo, que é literalmente roubado ao “Pirate Bay” (“vamos piratear os piratas” é a expressão que eles utilizam) embora um dos proprietários do Pirate Bay já tenha vindo dizer que não se rala nada que estejam a utilizar o seu logotipo, e pretendem ainda que artistas e retalhistas distribuam material publicitário que se encontra disponível para download gratuito na respectiva página.

O site vende igualmente T-Shirts e “pin’s” anti-piratas (algo raro de encontrar) e vende também uma T-Shirt igual àquela que é vendida no site do Pirate Bay…só que a 1/3 do preço praticado pelo próprio Pirate Bay. É a única forma dos piratas provarem do próprio veneno (já que eles não produzem nada…)

No site pode ainda ler-se que “Aqueles que utilizam o falso argumento que compram as músicas / DVDs caso gostem daquilo que ouviram ou viram através do download ilegal – devem parar de iludir-se de que não são ladrões. As suas acções resultam directamente na perda de milhares de postos de trabalho, eles roubam e destroem a subsistência de milhares de trabalhadores e, consequentemente, afectam negativamente as suas famílias.

Vamos ser honestos sobre isto. Nenhum desses funcionários ou retalhistas eram (referindo-se aos trabalhadores despedidos dos retalhistas britânicos “Woolworths, “Fopp” e “Zavvi”) os milionários ou barões contra os quais os downloaders ilegal estão supostamente a combater, ou eram? Não, eles eram pessoas comuns, tentando ter uma vida honesta. Tentem explicar a essa gente que já perdeu o emprego a lógica bacoca do frequentemente citado “um download ilegal não é necessariamente uma venda perdida…”

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